sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Boy Meets Girl e Sangue Ruim seguem em cartaz



As cópias remasterizadas de Boy Meets Girl e Sangue Ruim, os dois primeiros filmes do francês Leos Carax, seguem em cartaz na Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) até 31 de agosto.  


Boy Meets Girl

Um jovem aspirante a cineasta é deixado pela namorada, que o troca por seu melhor amigo. Em crise, ele não consegue desenvolver os seus projetos e, para piorar, terá de se alistar no exército dentro de três dias. Sem perspectiva, ele passa seus últimos momentos de liberdade vagando por lugares obscuros de Paris. Vencedor do Prêmio da Juventude no Festival de Cannes.

Sangue Ruim

Num futuro próximo, surge um vírus mortal, que dizima pessoas que fazem sexo sem amor. Enquanto isso, um homem desesperado e cheio de dívidas, se arrisca num plano para roubar o antídoto num prédio do governo, contando com a ajuda de um rapaz dividido entre duas mulheres: sua namorada adolescente e a amante do próprio líder da ação. Prêmio Louis Delluc e Prêmio Alfred Bauer no Festival de Berlim.


BOY MEETS GIRL
Pais: França / Ano: 1984
Diretor: Leos Carax / Duração: 100 min.
Elenco: Denis Lavant, Mireille Perrier, Carroll Brooks e Elie Poicard
Exibição em blu-ray

SANGUE RUIM
(MAUVAIS SANG)
Pais: França / Ano: 1986
Diretor: Leos Carax / Duração: 116 min.
Elenco: Denis Lavant, Juliette Binoche, Michel Piccoli e Julie Delpy.
Exibição em blu-ray

Distribuição: Pandora Filmes


GRADE DE HORÁRIOS
26 a 31 de agosto de 2014


26 de agosto (terça)
15:00 – Boy Meets Girl
17:00 – Sangue Ruim
20:30 – Sessão Plataforma (Quando Eu Era Sombrio)

27 de agosto (quarta)
15:00 – Sangue Ruim
17:00 – Boy Meets Girl
19:00 – Sangue Ruim

28 de agosto (quinta)
15:00 – Boy Meets Girl
17:00 – Sangue Ruim
19:00 – Boy Meets Girl

29 de agosto (sexta)
15:00 – Sangue Ruim
17:00 – Boy Meets Girl
19:00 – Sangue Ruim

30 de agosto (sábado)
15:00 – Sangue Ruim
17:00 – Boy Meets Girl
19:00 – Sessão Plataforma (Quando Eu Era Sombrio)

31 de agosto (domingo)
15:00 – Boy Meets Girl
17:00 – Sangue Ruim

19:00 – Boy Meets Girl

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Revelação do cinema independente dos EUA na Sessão Plataforma



Nesta terça-feira, 26 de agosto, às 20h30, a Sessão Plataforma exibe na Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) o filme Quando Eu era Sombrio, de Matthew Porterfield, destaque dos festivais de Sundance e Berlim em 2013.

Na história, Taryn foge e procura refúgio com seus tios Kim e Bill em Baltimore. Porém, quando chega à casa deles, Taryn encontra um cenário delicado: Kim e Bill buscam uma maneira de terminar seu casamento sem prejudicar a filha Abby, recém-chegada do primeiro ano na faculdade. Pessoas em diferentes fases da vida lidando com a mesma questão: quando deixar o outro partir. 


O elenco conta com o cantor Ned Oldham (irmão de Will Oldham, Bonnie Prince Billy) e o nome do filme surgiu inspirado na música "Jim Cain" do Bill Callahan. Além disso, o filme é permeado por ótimas e memoráveis canções.


A distância entre QUANDO EU ERA SOMBRIO e os filmes que se “parecem demais com a vida” é que (...) QUANDO EU ERA SOMBRIO deixa de parecer e alcança a potência do ser, de quando o cinema simplesmente é como a vida. Fábio Andrade, Revista Cinética.





SERVIÇO:

Sessão Plataforma #11 - Terça feira, 26 de agosto, 20h30
Quando Eu Era Sombrio (I Used to be Darker), 

dir: Matthew Porterfield, 90min, EUA, 2013.


Principais exibições anteriores:
- Sundance International Film Festival 2013
- Berlin International Film Festival 2013
- BAFICI 2013 (Prêmio de Melhor Diretor)
- IndieLisboa 2013
- CPH:PIX 2013
Sessão Plataforma.
Realização: Tokyo Filmes, Livre Associação, Coordenação de Cinema e Video da Secretaria de Cultura de Porto Alegre.
Apoio: Cervejaria Seasons 
Ingresso: R$ 3,00
Projeção: Bluray - legendas em português.
Reprise única - Sábado, 30 de agosto, 19h.


Sessão Plataforma é uma sessão de cinema, realizada mensalmente desde agosto de 2013 na cidade de Porto Alegre (RS), que exibe filmes recentes, de qualquer nacionalidade, duração e bitola, sem distribuição no Brasil.

 





segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Sessão Aurora exibe clássico maldito de William Friedkin



Neste sábado, 23 de agosto, às 19h, a Sessão Aurora exibe na Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro a cópia restaurada de O Comboio do Medo (Sorcerer, 1977), clássico maldito do norte-americano William Friedkin. Com projeção digital, a sessão tem entrada franca. Depois da exibição, acontece um debate com os editores do Zinematógrafo.  


Numa refilmagem autoral do clássico de Henri-Georges Clouzot, O Salário do Medo (1953), quatro marginais fogem de seus respectivos países e se refugiam em uma vila isolada do mundo em algum ponto da América do Sul, onde funciona uma petrolífera. Depois de uma explosão na usina de extração, eles vêem uma chance de ganhar muito dinheiro aceitando transportar, em meio à mata selvagem e sobre montanhas rochosas, caixas de nitroglicerina - altamente instáveis e com vazamento - que serão utilizadas para explodir o poço e evitar uma tragédia maior.

Produção problemática, fracasso de bilheteria, poucos elogios entre a crítica da época: o prejuízo que O Comboio do Medo deu a Paramount foi de dez milhões de dólares. Vindo do sucesso absoluto de O Exorcista (1974), William Friedkin nunca mais recuperou o mesmo prestígio entre os grandes estúdios norte-americanos. 


Também responsável por frear a guinada autoral da geração que tomou Hollywood nos anos 1970, O Comboio do Medo permaneceu muitos anos sem uma cópia razoável para exibição. Aos poucos, ganhou reavaliações entre novas gerações de críticos e cinéfilos, que passaram a situar o filme entre as produções mais expressivas do diretor. Em 2013, durante o Festival de Veneza, finalmente foi exibida uma cópia restaurada do filme, com sucesso absoluto de público e crítica.

Sessão Aurora
O COMBOIO DO MEDO
(Sorcerer)
Estados Unidos, 1977, 120 minutos
Direção: William Friedkin
Elenco: Roy Scheider, Bruno Cremer, Francisco Rabal, Amidou,Ramon Bieri
Exibição digital com legendas em português

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Primeiros filmes de Leos Carax em cartaz na Sala P. F. Gastal



A partir de terça-feira, 19 de agosto, a Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) exibe as cópias remasterizadas de Boy Meets Girl (1984) e Sangue Ruim (1986), os dois primeiros filmes do cultuado realizador francês Leos Carax, não exibidos comercialmente nos cinemas brasileiros na época do lançamento. Os filmes serão exibidos em blu-ray. O documentário Ozualdo Candeias e o Cinema, de Eugenio Puppo, permanece em cartaz. 


Boy Meets Girl

Um jovem aspirante a cineasta é deixado pela namorada, que o troca por seu melhor amigo. Em crise, ele não consegue desenvolver os seus projetos e, para piorar, terá de se alistar no exército dentro de três dias. Sem perspectiva, ele passa seus últimos momentos de liberdade vagando por lugares obscuros de Paris. Vencedor do Prêmio da Juventude no Festival de Cannes.

Sangue Ruim

Num futuro próximo, surge um vírus mortal, que dizima pessoas que fazem sexo sem amor. Enquanto isso, um homem desesperado e cheio de dívidas, se arrisca num plano para roubar o antídoto num prédio do governo, contando com a ajuda de um rapaz dividido entre duas mulheres: sua namorada adolescente e a amante do próprio líder da ação. Prêmio Louis Delluc e Prêmio Alfred Bauer no Festival de Berlim.
 

BOY MEETS GIRL
Pais: França / Ano: 1984
Diretor: Leos Carax / Duração: 100 min.
Elenco: Denis Lavant, Mireille Perrier, Carroll Brooks e Elie Poicard
Exibição em blu-ray

SANGUE RUIM
(MAUVAIS SANG)
Pais: França / Ano: 1986
Diretor: Leos Carax / Duração: 116 min.
Elenco: Denis Lavant, Juliette Binoche, Michel Piccoli e Julie Delpy.
Exibição em blu-ray

Distribuição: Pandora Filmes


GRADE DE HORÁRIOS
19 a 24 de agosto de 2014


19 de agosto (terça)
15:00 – Sangue Ruim
17:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema
19:00 – Boy Meets Girl

20 de agosto (quarta)
15:00 – Boy Meets Girl
17:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema
19:00 – Sangue Ruim

21 de agosto (quinta)
15:00 – Sangue Ruim
17:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema
19:00 – Boy Meets Girl

22 de agosto (sexta)
15:00 – Boy Meets Girl
17:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema
19:00 – Sangue Ruim

23 de agosto (sábado)
15:00 – Sangue Ruim
17:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema
19:00 – Sessão Aurora (O Comboio do Medo, de William Friedkin)

24 de agosto (domingo)
15:00 – Boy Meets Girl
17:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema
19:00 – Sangue Ruim


domingo, 10 de agosto de 2014

Godard e Miéville investigam as imagens da Palestina no Projeto Raros




Nesta sexta-feira, 15 de agosto, às 20h, o Projeto Raros da Sala P. F. Gastal exibe o filme Aqui e Acolá (Ici et Ailleurs, 1976), dirigido por Jean-Luc Godard e Anne-Marie Mville, que propõe uma reflexão sobre as imagens do grupo Al Fatah, da Palestina, feitas pelo cineasta em 1970. Após a sessão, haverá um debate com Gabriela Almeida, pesquisadora do ensaísmo no audiovisual a partir do cinema de Godard. A entrada é franca.
Em 1970, ainda no período do Grupo Dziga Vertov, Jean-Luc Godard e Jean-Pierre Gorin aceitam a proposta do grupo militante palestino Al Fatah para fazer um filme sobre a situação política do Líbano e da Jordânia. Ele se chamaria Até a Vitória (Jusqu’à la victoire). O projeto, no entanto, não foi levado adiante pelo grupo. Cinco anos depois, assumindo-se incapazes de “ver e ouvir essas imagens simplíssimas” Godard e Anne-Marie Miéville reeditam o material, construindo um breve mas denso ensaio sobre a relação entre as imagens e os sons, tendo como questão principal a representação da insurreição palestina.

Aqui e Acolá inicia um processo de extensivo uso do vídeo na reflexão cinematográfica de Godard, que culminou em sua obra-prima, o projeto para televisão Historia(s) do Cinema. No livro A Imagem-Tempo, Gilles Deleuze cita o filme de 1976 como o ápice de um tipo de investigação sobre o interstício entre as imagens. “A questão – comenta – não é mais a da associação e a da atração das imagens, mas o que existe entre duas imagens: um espaçamento que faz com que cada imagem se arranque ao vazio e nela recaia”.  

Gabriela Almeida é jornalista e pesquisadora de cinema não-ficcional. É doutoranda em Comunicação e Informação pela UFRGS, onde estuda o ensaísmo no audiovisual a partir da série História(s) do Cinema, de Jean-Luc Godard, e mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA. É autora de artigos sobre a poética do ensaio fílmico publicados em revistas acadêmicas brasileiras e integrou o grupo organizador do festival Cine Esquema Novo nas edições de 2011 e 2013.


PROJETO RAROS
AQUI E ACOLÁ
(Ici et Ailleurs)
França, 53 min., 1976, Cor
16 mm e vídeo
Direção: Jean-Luc Godard e Anne-Marie Miéville
Jusqu’à la victoire : Grupo Dziga Vertov (Jean-Luc Godard e Jean-Pierre Gorin)
Montagem: Anne-Marie Miéville
Roteiro: Jean-Luc Godard, Anne-Marie Miéville
Jusqu’à la victoire : Grupo Dziga Vertov (Jean-Luc Godard e Jean-Pierre Gorin)
Fotografia: Armand Marco, William Lubtchansky
Vídeo: Gérard Teissèdre
Exibição digital com legendas em português

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Documentário sobre Ozualdo Candeias entra em cartaz




A Sala P. F. Gastal exibe a partir do dia 12 de agosto o documentário Ozualdo Candeias e o Cinema, dirigido por Eugenio Puppo, que remonta a trajetória do caminhoneiro que se tornou um dos maiores cineastas do Brasil. Durante a semana de lançamento do filme, o cinema da Usina do Gasômetro (3º andar) também exibe A Margem, o cultuado longa-metragem de estreia de Candeias.

Quem narra a história é o próprio Ozualdo Candeias, que aos poucos, vai revelando seu estilo e genialidade, tendo como pano de fundo as diversas fases do cinema nacional e a Boca do Lixo paulista, principal polo de produção durante os anos 1970.

Filho de agricultores, o cineasta passou a infância e a juventude entre São Paulo e Mato Grosso. Ozualdo abandonou a escola ainda no primário e trabalhou no campo, foi militar, caminhoneiro, chofer de táxi, office-boy, lustrador de móveis, metalúrgico, operário e funcionário público.Começou sua carreira cinematográfica em 1955, com o curta-metragem Tambau - Cidade dos Milagres, no qual já trazia elementos comuns à sua obra, como a ironia e a provocação. Visando ampliar seus conhecimentos na área cursou o Seminário de Cinema, no MASP e depois na Fundação Armando Álvares Penteado, durante quase três anos.

Com o financiamento do governo do estado de São Paulo, Candeias dirigiu dois curtas documentais: Polícia Feminina lançado em 1959 e Ensino Industrial, três anos mais tarde. Em 1963, trabalhou no roteiro de Meu Destino em Tuas Mãos junto de José Mojica Marins, com que trabalhou no ano seguinte, como assistente de direção, em À Meia-Noite Levarei Sua Alma. Seu primeiro longa-metragem de ficção foi A Margem, de 1967. Realizado praticamente por conta própria, o filme espantou a crítica cinematográfica e deu início ao movimento conhecido como Cinema Marginal, constituído de filmes extremamente inventivos de baixo orçamento produzidos principalmente na Boca do Lixo.
 
Ainda em 1967, trabalhou como produtor em Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver, de José Mojica Marins e no ano seguinte dirigiu um dos segmentos do filme Trilogia do Terror, de José Mojica Marins, o Zé do Caixão: Acordo. Ainda com Mojica, atuou em Ritual dos Sádicos, produzido em 1969. Dirigiu ainda o faroeste Meu Nome É Tonho em 1969, a adaptação corajosa de Hamlet, de William Shakespeare, A Herança, em 1970, sem nenhum diálogo; Caçada Sangrenta em 1973, que não foi exibido devido a censura, mesmo problema que afetou as médias-metragens Zézero e Candinho. Sete anos depois lança A Opção e nos anos seguintes Manelão, o Caçador de Orelhas e A Freira e a Tortura. Após quatro anos sem fazer filmes, dirige As Belas da Billings. Seu último filme foi O Vigilante, de 1992, que mesmo não tendo sido lançado comercialmente, recebeu o prêmio especial do júri no XXV Festival de Brasília


Eugenio Puppo, diretor de cinema, roteirista e produtor, é sócio-fundador da Heco Produções Ltda sediada em São Paulo desde 1995. Produziu mostras como Cinema Marginal e suas Fronteiras (CCBB SP, RJ e DF, 2001 e Portugal, 2012); Buñuel & Alcoriza (CCBB RJ e SP, 2002); Nelson Rodrigues e o cinema (CCBB RJ e DF, 2004); José Mojica Marins – 50 anos de cinema (CCBB DF e SP, e Cinemateca Brasileira, 2007); Retrospectiva Ozualdo R. Candeias – 80 anos (CCBB SP, 2002 e Caixa Cultural, 2008); Leila Diniz (CCBB SP, 2002). Seus últimos trabalhos como diretor incluem os documentários São Miguel do Gostoso (2011) e Ozualdo Candeias e o cinema (2013), ambos selecionados no Festival de Documentários É Tudo Verdade.

OZUALDO CANDEIAS E O CINEMA
2013
100 minutos
Exibição em blu-ray

ROTEIRO, DIREÇÃO E MONTAGEM

Eugenio Puppo
COORDENADOR DE PRODUÇÃO
Matheus Sundfeld
Raphael Bicesto
ASSISTENTE DE MONTAGEM
Bruna Callegari
Ivan Lemos
EDIÇÃO DE SOM
Marcos Iazzetti
PESQUISA
Eugenio Puppo
COLABORAÇÃO
Alessandro Gamo
TRILHA SONORA
Amilton Godoy e Luiz Chaves / Zimbo trio 
 


DISTRIBUIÇÃO
Tucumán Filmes



GRADE DE HORÁRIOS
12 a 17 de agosto de 2014

12 de agosto (terça)
15:00 – A Margem
17:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema
19:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema

13 de agosto (quarta)
15:00 – A Margem
17:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema
19:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema

14 de agosto (quinta)
15:00 – A Margem
17:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema
19:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema

15 de agosto (sexta)
15:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema
17:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema
20:00 – Projeto Raros (Aqui e Acolá, de Jean-Luc Godard e Anne-Marie Miéville)

16 de agosto (sábado)
15:00 – A Margem
17:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema
19:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema

17 de agosto (domingo)
15:00 – A Margem
17:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema
19:00 – Ozualdo Candeias e o Cinema

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Helmut Käutner ganha retrospectiva



A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) apresenta entre os dias 5 e 10 de agosto a retrospectiva do cineasta alemão Helmut Käutner. Em parceria com o Goethe-Institut, o ciclo faz parte da programação comemorativa aos 190 anos da imigração alemã no Brasil. A entrada é franca.  

Helmut Käutner (1908-1980) é um dos mais populares diretores do cinema alemão nas décadas de 40 e 50, autor de clássicos como Adeus, Franziska! (1941), Por Baixo das Pontes (1946), O General do Diabo (1955) e O Coronel de Köpenick (1956). Käutner tem uma trajetória controversa, pois dirigiu alguns de seus filmes mais conhecidos em plena Segunda Guerra Mundial, sobreviveu a ela e seguiu filmando após a derrocada nazista. Graças à qualidade e ao caráter humanista de seus filmes, foi “perdoado” por não haver abandonado a Alemanha nazista como outros de seus pares.

Amante da arte, Käutner estudou arquitetura, história da arte, teatro, design e filosofia, até tornar-se ator e iniciar sua carreira no teatro. Transitou entre diversos círculos artísticos em uma época em que a Alemanha era um dos grandes centros da cultura mundial. Ali estava instalada a Bauhaus, revolucionando a arquitetura moderna com nomes como Paul Klee, Vassili Kandinski, Mies Van der Rohe, ou Walter Gropius. Ali viviam também escritores como Alfred Döblin e dramaturgos como Bertolt Brecht.

Influenciado por estes meios, Käutner passou a trabalhar inicialmente em uma companhia de cabaré em finais dos anos 1920, mas no intervalo de apenas uma década ele acabaria arrastado ao cinema. Começando como roteirista, dirigiu seu primeiro filme já em 1939, em um dos anos mais críticos de toda a história alemã.

Tendo realizado seus primeiros filmes justamente sob os anos da Guerra, inúmeras foram as dificuldades encontradas por ele. Mais de uma vez teve seus filmes censurados, ou com propagandas de guerra entre as cenas, enxertadas pelos censores nazistas antes do lançamento. Apesar disso, filmando a baixo custo, Käutner foi capaz de realizar, durante os conflitos, algumas de suas maiores obras.

Entre os destaques da mostra estão justamente as produções filmadas durante a guerra, como o melodrama Adeus Franziska!, de 1941; e Grande Liberdade nº 7, de 1944. Este último, retratando a miséria dos marinheiros alemães, foi censurado pelo governo nazista e só liberado após a queda do regime.

Merece especial atenção, no entanto, a obra-prima Romance em bemol, de 1943, baseado em conto de Guy de Maupassant sobre a opressão de uma mulher da aristocracia burguesa, prisioneira das convenções sociais e obrigada a viver uma vida dupla.

Outro grande filme presente no ciclo e que desperta especial interesse histórico é Naqueles dias, realizado em 1947, produção filmada entre os escombros das cidades devastadas pelos ataques aéreos dos aliados. Realizado a baixíssimo orçamento, este filme oferece um interessante paralelo com o cinema que era realizado naqueles mesmos anos na Itália, e que frutificou no neo-realismo.

Além destes, vale a pena conferir o drama Céu sem estrelas, de 1955, um dos primeiros filmes a retratar a vida sob a Alemanha divida; a comédia O Capitão de Köpenick, de 1956, maior sucesso comercial da carreira do cineasta e A última ponte, e 1954, sua obra mais premiada, vencedora de três prêmios no Festival de Cannes incluindo o do Júri Internacional. Confira abaixo as sinopses dos filmes presentes na mostra.

GRADE DE PROGRAMAÇÃO

Adeus Franziska!(Auf Wiedersehn, Franziska!)
Alemanha, 1941, 35mm, pb, 89’ | Legendas em português | Exibição em DVD
Marianne Hoppe, Hans Söhnker, Fritz Odemar, Rudolf Fernau

As agruras amorosas de um casal, separado quando o marido, um repórter, é enviado a trabalho para fora da Alemanha. Em Adeus Franziska!, Käutner foi obrigado a rodar uma sequência final ao gosto do Ministério de Propaganda do governo nazista. A fim de manter a integridade narrativa da obra, algumas das cenas que celebram a guerra de Hitler foram mantidas nesta versão.

Romance em Bemol (Romance in Moll)
Alemanha, 1943, 35mm, pb, 100’ | Legendas em português | Exibição em DVD
Marianne Hoppe, Paul Dahlke, Ferdinand Marian, Siegfried Breuer

Baseado em conto de Guy de Maupassant, o filme se passa em Paris, na virada do século XIX. Jovem burguesa apaixona-se por um compositor. Mantendo vida dupla, torna-se alvo de uma chantagem e sucumbe às convenções sociais de sua época. Uma das obras-primas de Käutner, Romance em bemol foi considerado pelo historiador francês Georges Sadoul a única película valiosa produzida na Alemanha durante a Segunda Guerra. Em sua dimensão psicológica e social, o filme confronta os pressupostos formais do nazismo para as artes.

Grande Liberdade nº 7 (Große Freiheit Nr. 7)
Alemanha, 1944, 35mm, cor, 112’ | Legendas em português | Exibição em DVD
Hans Albers, Ilse Werner, Hans Söhnker, Gustav Knuth

Marinheiro veterano trabalha como cantor e ator num cabaré administrado por sua amante. Três amigos seus, cujo navio está ancorado no porto, querem levá-lo de volta para o mar. Recuperando o universo das canções tradicionais de marinheiros alemães, Grande Liberdade nº 7 foi proibido pelas autoridades do país. De acordo com elas, veiculava uma imagem pouco heróica dos trabalhadores do mar. Sua exibição na Alemanha foi liberada apenas com o fim da guerra.

Por Baixo das Pontes (Unter den Brücken)
Alemanha, 1945, 35mm, pb, 100’ | Legendas em português | Exibição em DVD
Hannelore Schroth, Carl Raddatz, Gustav Knuth, Margarete Haagen

Dois amigos viajam de barco pelos rios e aproveitam a vida sem maiores problemas. Numa de suas paradas, conhecem uma bela jovem que segue a bordo com os dois rumo a Berlim. Mas ambos apaixonam-se por ela e, para evitar disputas, são obrigados a fazer um acordo. Lançado depois da guerra, Debaixo das pontes foi rodado entre maio e outubro de 1944, momento em que o conflito já havia chegado ao território alemão. Teve como locação a província e suas bucólicas paisagens.

Naqueles Dias (In jenen Tagen)
Alemanha, 1947, 35mm, pb, 111’ | Legendas em português | Exibição em DVD
Gerd E. Schäfer, Erich Schellow, Winnie Markus, Werner Hinz

O fio condutor do enredo é um automóvel e a vida de cada um de seus proprietários – um compositor, um casal de judeus, um soldado desertor e uma velha senhora – entre os anos de 1933 e 1947. Rodado sob os escombros de guerra, o filme está intimamente ligado ao período de transição entre o fim do conflito e o início da reconstrução do país. Por este motivo, foi comparado pela crítica às produções neo-realistas italianas.

A Última Ponte (Die letzte Brücke)
Áustria/Iugoslávia, 1954, 35mm, pb, 105’ | Legendas em português | Exibição em DVD
Maria Schell, Bernhard Wicki, Barbara Rütting, Carl Möhner

Durante a Segunda Guerra, jovem médica alemã é raptada por guerrilheiros iugoslavos. Num momento tenso da Guerra Fria, em que o governo da Alemanha Ocidental rearmava seu exército, o roteiro de A última ponte foi recusado pelos produtores alemães, pois continha uma visão simpática aos iugoslavos – naquele momento do pós-guerra, a Iugoslávia já estava sob a tutela comunista.

Céu sem Estrelas (Himmel ohne Sterne)
Alemanha Ocidental, 1955, 35mm, pb, 108’ | Legendas em português | Exibição em DVD
Horst Buchholz, Erik Schumann, Eva Kotthaus, Georg Thomalla

O romance entre um funcionário da fronteira da Alemanha Ocidental e uma operária da Alemanha Oriental. O cenário desta história é uma estação ferroviária abandonada, que serve de ponto de encontro para o casal. Helmut Käutner foi um dos primeiros diretores alemães nos anos 1950 a denunciar a amarga experiência da Guerra Fria.

O General do Diabo (Des Teufels General)
Alemanha Ocidental, 1955, 35mm, pb, 120’ | Legendas em português | Exibição em DVD
Curd Jürgens, Marianne Koch, Victor de Kowa, Karl John

Durante a Segunda Guerra, um general da Força Aérea alemã é encarcerado depois de se recusar a cumprir ordens dadas por um oficial da SS. O filme é baseado em peça do dramaturgo Carl Zuckmayer, inspirada na vida de Ernest Udet, pioneiro da aviação alemã que trabalhou também em filmes da diretora Leni Riefenstahl.

O Capitão de Köpenick (Der Hauptmann von Köpenick), de Helmut Käutner
Alemanha Ocidental, 1956, 35mm, cor, 93’ | Legendas em português | Exibição em DVD
Heinz Rühmann, Martin Held, Hannelore Schroth, Ilse Fürstenberg

Malandro sai da prisão e compra um uniforme militar de um vendedor ambulante. Disfarçado, consegue entrar na prefeitura de uma cidadezinha e roubar um cofre. Pela primeira vez, Käutner traz para dentro de sua obra a experiência adquirida como artista de cabaré. O Capitão de Köpenick foi um dos maiores sucessos de público de sua carreira.

A Ruiva (Die Rote)
Alemanha Ocidental/Itália, 1962, 35mm, pb, 94’ | Legendas em português | Exibição em DVD
Ruth Leuwerik, Rossano Brazzi, Giorgio Albertazzi, Gert Fröbe

Mulher abandona sua enfadonha vida pequeno-burguesa e parte para a Itália. Lá, conhece um escritor e um antigo oficial britânico que quer usá-la para se vingar de um ex-capitão nazista. Inspirado pelos filmes de Michelangelo Antonioni, Käutner incursiona por temas afeitos ao universo do cineasta italiano.

GRADE DE HORÁRIOS

5 de agosto (terça-feira)
15:00 – A Ruiva
17:00 – A Última Ponte
19:00 – Adeus Franziska!

6 de agosto (quarta-feira)
15:00 – Grande Liberdade nº 7
17:00 – Céu sem Estrelas
19:00 – Naqueles Dias

7 de agosto (quinta-feira)
15:00 – O Capitão de Köpenick
17:00 – O General do Diabo
19:00 – Por Baixo das Pontes

8 de agosto (sexta-feira)
15:00 – Romance em Tom Menor
17:00 – Adeus Franziska!
19:00 – Céu sem Estrelas

9 de agosto (sábado)
15:00 – A Última Ponte
17:00 – O Capitão de Köpenick
19:00 – A Ruiva

10 de agosto (domingo)
15:00 – Adeus Franziska!
17:00 – O General do Diabo

19:00 – Naqueles Dias

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Histórias da Imigração



Os 190 anos da imigração alemã no Rio Grande do Sul, a serem celebrados no dia 25 de julho próximo, serão comemorados em grande estilo, com a realização de duas mostras de cinema, promovidas através de uma parceria entre o Goethe-Institut e a Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria da Cultura de Porto Alegre, na Sala P. F. Gastal (Usina do Gasômetro – 3º andar).

A primeira das mostras, Histórias da Imigração, reúne diferentes filmes brasileiros que abordam temas relacionados à presença alemã no Brasil, e será inaugurada no dia 29 de julho, às 19h30, com uma exibição do curta O Livro de Walachai, de Rejane Zilles, e do clássico Os Mucker (1978), de Jorge Bodanzky e Wolf Gauer, um marco do cinema brasileiro, que recebeu diversos prêmios na sétima edição do Festival de Gramado, em 1979. O filme, que não é exibido há décadas, recria os dramáticos acontecimentos da revolta de Ferrabráz, no século XIX, quando uma comunidade de imigrantes alemães liderada por Jacobina Mentz Maurer foi dizimada pelas tropas do Exército. Após a exibição, acontece um debate com a participação do diretor Wolf Gauer e da atriz Marlise Saueressig (que conquistou o prêmio de melhor atriz em Gramado por sua marcante interpretação como a líder religiosa Jacobina Maurer), além da cineasta Rejane Zilles (diretora do documentário Walachai) e do cineasta e jornalista Gilberto Perin (diretor da série A Ferro e Fogo, produzida pela RBS TV), que também estão incluídos na mostra.

A mostra Histórias da Imigração inclui ainda títulos importantes como Aleluia Gretchen e Cinema, Aspirinas e Urubus (graças ao apoio da Programadora Brasil), além de raras exibições do longa-metragem em 16mm Heimweh/Nostalgia, produção gaúcha dirigida por Sérgio Silva e Tuio Becker em 1990.


A segunda mostra é dedicada ao cineasta Helmut Käutner (1908-1980), um dos mais populares diretores do cinema alemão nas décadas de 40 e 50, autor de clássicos como Adeus, Franziska! (1941), Por Baixo das Pontes (1946), O General do Diabo (1955) e O Coronel de Köpenick (1956). Käutner tem uma trajetória controversa, pois dirigiu alguns de seus filmes mais conhecidos em plena Segunda Guerra Mundial, sobreviveu a ela e seguiu filmando após a derrocada nazista. Graças à qualidade e ao caráter humanista de seus filmes, foi “perdoado” por não haver abandonado a Alemanha nazista como outros de seus pares.

Toda a programação tem entrada franca.


SINOPSES DOS FILMES


Os Mucker, de Jorge Bodanzky e Wolf Gauer (1978, 108 minutos)
No final do século 19, no interior do Rio Grande do Sul, uma família de imigrantes alemães liderada por uma mulher (Jacobina) resolve formar uma comunidade inspirada nas escrituras bíblicas, isolada das demais e auto-suficiente. Logo a comunidade dos Muckers começa a incomodar os católicos e protestantes da região, que os acusam de vários crimes, até que são massacrados por forças do governo. Exibição em DVD.


Walachai, de Rejane Zilles (2009, 84 minutos)
Walachai em alemão antigo significa lugar longínquo, perdido no tempo. Habitantes desta comunidade rural do Sul do Brasil comunicam-se num antigo dialeto alemão e no entanto, nada sabem de sua Alemanha de origem. São todos brasileiros e se identificam como tal. O documentário Walachai revela o inusitado e raro que habita este lugar. Conecta o público do Brasil urbano a uma forma diferente de viver, revelando um Brasil ainda desconhecido. Exibição em DVD.


Heimweh/Nostalgia, de Sérgio Silva e Tuio Becker (1990, 86 minutos)
Em 1900, o jovem Heinrich deixa a Alemanha como imigrante, seguindo os passos de seus parentes que vieram para o Brasil. Sem falar português, ele é assentado numa comunidade rural do Rio Grande do Sul. Com o passar do tempo, ele vai se adaptando aos poucos à nova condição de vida. Exibição em 16mm.


A Ferro e Fogo – Tempo de Solidão, de Gilberto Perin (2006, 90 minutos)
Adaptação da obra de Josué Guimarães, que tem como cenário histórico a chegada dos imigrantes alemães em São Leopoldo, em 1824. Produção da RBS TV, exibida em formato de minissérie na TV, aqui será apresentado em sua versão de longa metragem.


Aleluia, Gretchen, de Sylvio Back (1976, 110 minutos)
Uma família foge da Alemanha nazista, desembarcando no Brasil por volta de 1937. Ao chegar, compra um hotel no interior do Paraná, que se torna ponto de simpatizantes do nazismo, apesar do chefe da família ter ideias mais liberais. Só que seus integrantes encontram muitos problemas de adaptação a essa nova terra, além de terem que enfrentar os traumas da guerra. Exibição em DVD.


Cinema, Aspirinas e Urubus, de Marcelo Gomes (2005, 99 minutos)
Em 1942, no meio do sertão nordestino, dois homens vindos de mundos diferentes se encontram. Um deles é Johann (Peter Ketnath), alemão fugido da 2ª Guerra Mundial, que dirige um caminhão e vende aspirinas pelo interior do país. O outro é Ranulpho (João Miguel), um homem simples que sempre viveu no sertão e que, após ganhar uma carona de Johann, passa a trabalhar para ele como ajudante. Viajando de povoado em povoado, a dupla exibe filmes promocionais sobre o remédio "milagroso" para pessoas que jamais tiveram a oportunidade de ir ao cinema. Aos poucos surge entre eles uma forte amizade. Exibição em DVD. 



O Zeppelin Passou Por Aqui, de Sérgio Silva (1993, 18 minutos)
Casal vive experiências extraconjugais durante a passagem de um dirigível alemão sobre Porto Alegre, rumo a Montevidéu. Exibição em DVD.
 

O Livro de Walachai, de Rejane Zilles (2007, 16 minutos)
Em Walachai, uma pequena comunidade alemã no sul do Brasil, viveu o professor e agricultor Benno Wendling. Desde os anos 40, seus grandes desafios foram conciliar o árduo e diário trabalho na roça com a obrigação de ensinar português a crianças do povoado, que só falavam alemão. Nos últimos anos, dedicou-se a escrever, à mão, a história deste lugar num livro de caprichada caligrafia. O Livro de Walachai revela um Brasil muito diferente e desconhecido da maioria dos brasileiros.


Meio, de Clarissa Beckert e Pedro Henrique Risse (2013, 20 minutos)
O que é ser brasileiro? O que é ser alemão? Um filme sobre identidade, memória e imaginário.


Land Schaffen, de Clarissa Beckert e Pedro Henrique Risse (2014, 25 minutos)
O trabalho, a família, o cotidiano e a força do homem do campo são elementos que interligam fragmentos de vida. Neste filme, há cinco personagens principais e suas famílias. A narrativa se constrói a partir de conversas entre os personagens sobre a vida, os seus desafios e sonhos, o trabalho duro na roça e o cotidiano. Filmado nos municípios de Araricá, Bom Princípio, Sapiranga e Presidente Lucena, Land Schaffen é quase inteiramente falado no dialeto Hunsrückisch, que é o idioma predominante nestas comunidades.

A Colonização Alemã no Rio Grande do Sul, de Antônio Carlos Textor (1974, 20 minutos)

Documentário realizado em 1927 nas incipientes vilas das zonas colonizadas pelos imigrantes alemães e uma visão atual dessas mesmas regiões formam uma visão ampla do que é a participação dos colonos alemães na formação étnica e cultural do Rio Grande do Sul. Exibição em DVD.



GRADES DE HORÁRIOS
29 de julho a 3 de agosto de 2013


29 de julho (terça-feira)
19:30 – Sessão de Os Mucker, de Jorge Bodanzky e Wolf Gauer, antecedido pelo curta O Livro de Walachai, de Rejane Zilles, seguida de debate com a participação dos cineastas Wolf Gauer e Rejane Zilles, da atriz Marlise Saueressig e do jornalista e cineasta Gilberto Perin

30 de julho (quarta-feira)
15:00 – Cinema, Aspirinas e Urubus
17:00 – Aleluia Gretchen
19:00 – Walachai

31 de julho (quinta-feira)
15:00 – Programa de Curtas
17:00 – Os Mucker
19:00 – A Ferro e Fogo – Tempo de Solidão

1º de agosto (sexta-feira)
15:00 – Aleluia Gretchen
17:00 – Cinema, Aspirinas e Urubus
19:00 – Heimweh/Nostalgia (acompanha o curta metragem O Zeppelin Passou por Aqui)

2 de agosto (sábado)
15:00 – Programa de Curtas
17:00 – Aleluia Gretchen
19:00 – Walachai

3 de agosto (domingo)
15:00 – A Ferro e Fogo – Tempo de Solidão
17:00 – Os Mucker
19:00 – Heimweh/Nostalgia (acompanha o curta metragem O Zeppelin Passou por Aqui)

  
MOSTRA HELMUT KÄUTNER
5 a 10 de agosto de 2014


5 de agosto (terça-feira)
15:00 – A Ruiva
17:00 – A Última Ponte
19:00 – Adeus Franziska!

6 de agosto (quarta-feira)
15:00 – Grande Liberdade nº 7
17:00 – Céu sem Estrelas
19:00 – Naqueles Dias

7 de agosto (quinta-feira)
15:00 – O Capitão de Köpenick
17:00 – O General do Diabo
19:00 – Por Baixo das Pontes

8 de agosto (sexta-feira)
15:00 – Romance em Tom Menor
17:00 – Adeus Franziska!
19:00 – Céu sem Estrelas

9 de agosto (sábado)
15:00 – A Última Ponte
17:00 – O Capitão de Köpenick
19:00 – A Ruiva

10 de agosto (domingo)
15:00 – Adeus Franziska!
17:00 – O General do Diabo

19:00 – Naqueles Dias