sábado, 15 de agosto de 2015

Retrospectiva Werner Schroeter



A partir de terça-feira, 18 de agosto, a Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) exibe em parceria com o Goethe-Institut uma retrospectiva com dez filmes de Werner Schroeter, um dos nomes mais radicais do cinema moderno alemão. Com cópias em blu-ray, a mostra tem entrada franca.


WERNER SCHROETER

Embora o cinema de Werner Schroeter tenha nascido no espírito do Novo Cinema Alemão e tenha feito parte deste movimento desde o início, seu estilo o diferencia dos outros cineastas do período. Schroeter criou uma estética própria que é marcante em todos os seus filmes, sejam de ficção ou documentários, algo que o deixou numa posição marginal dentro do Novo Cinema Alemão. Amante de óperas, Schroeter usa imagens extremamente estilizadas e iconográficas, com uma linguagem opulenta e expressionista. Suas obras obedecem rigorosamente a um ideal artístico e são tão inovadoras quanto provocadoras.

Os primeiros filmes de Schroeter, Argila e Eika Katappa, ainda no final dos anos 1960, expandem as fronteiras do cinema narrativo tradicional a partir de telas múltiplas e colagens experimentais. Na década de 1970, realiza alguns de suas obras mais célebres, transitando por estilos e territórios distintos. Entre elas, A Morte de Maria Malibran, uma homenagem singular a grandes divas do canto, da personagem-título a Maria Callas e Janis Joplin, o surrealismo californiano de Willow Springs, o romantismo brega de influência mexicana em Anjo Negro e a Cuba imaginária de Os Flocos de Ouro.    

“Schroeter é o Cocteau do nosso tempo. O cinema de Werner Schroeter é a mais pura magia, ele cria um novo mundo, um novo tempo, cheio de artifício e beleza. Visões de um reino imaginário onde tudo é permitido. Magic Werner, Magic Cinema.” Libération 4/9/2008

“Você faz, ou você não faz” disse Werner Schroeter numa entrevista para o jornal alemão Berliner Zeitung, resumindo assim, em poucas palavras, a ideia básica do chamado Novo Cinema Alemão. Foi com esse espírito que começaram os grandes mestres do Novo Cinema Alemão: Herzog, Fassbinder, Wenders, Schlöndorff - e Werner Schroeter. Naquela época houve uma ruptura radical com a forma com que até então se entendia e se fazia cinema: o diretor tornava-se o autor dos seus filmes, o objetivo não era mais o sucesso comercial, mas a relevância da temática política e social. Começava um movimento que pretendia distanciar os filmes da perspectiva de investimento e retorno financeiro e garantir o máximo de liberdade ao cineasta. Os filmes não deveriam mais apenas entreter o público, mas provocar um debate sobre questões sociais e políticas. Especialmente nos primeiros anos, foram realizados muitos filmes com orçamentos baixíssimos, muitas vezes movidos somente pelo idealismo e pela convicção dos cineastas e de suas equipes: nascia o Novo Cinema Alemão.

Werner Schroeter nasceu em 1945, na Alemanha. Começou a fazer cinema de forma autodidata no final dos anos 60, com filmes experimentais em super 8 e 16mm. O seu primeiro longa-metragem, “Eika Katappa”, de 1969, já despertou o interesse da crítica e do público. A partir dos anos 1970, paralelamente às suas produções para o cinema, Schroeter passou a encenar espetáculos de ópera e de teatro, tanto na Alemanha quanto em palcos internacionais.








FILMES

ARGILA
1969, 33 min, ficção, 18 anos
Essa obra experimental de Werner Schroeter faz parte de seus primeiros trabalhos e foi criada em forma de projeção dupla. O filme utilizado como base exibe um homem e três mulheres, duas interagem diretamente com ele, a terceira comenta os acontecimentos. O filme é projetado uma vez em cópia muda em preto e branco e uma colorida e sonorizada na outra metade da tela. A cópia em preto e branco começa um minuto mais cedo, com esse adiantamento, a cor e o som tornam-se uma lembrança complementar das imagens já vistas.

EIKA KATAPPA
1969, 143 min, ficção, 18 anos
Uma colagem experimental de Werner Schroeter de imagens e sons assíncronos, sem vínculo direto e explícito. O vínculo é criado inicialmente na cabeça do público. Aqui se forma um contexto entre lendas antigas, opereta, cinema, show, Beethoven, Maria Callas, Verdi e Caterina Valente. O filme foi exibido em 1970, na Quinzaine des realisateurs do Festival de Cannes.

PILOTO DE BOMBARDEIO (Der Bomberpilot)
1970, 65 min, ficção, 18 anos
Este é o primeiro trabalho de Werner Schroeter para a televisão alemã. O filme narra a carreira de três mulheres como cantoras e dançarinas, desde o tempo do nazismo até o milagre econômico nos anos 1950 e 60.

A MORTE DE MARIA MALIBRAN (Der Tod der Maria Malibran)
1972, 104 min, ficção, 18 anos
A meio-soprano Maria Malibran, cujas voz e beleza conquistaram os corações de Rossini e Bellini, faleceu em 1836 com 26 anos em decorrência de uma queda do cavalo. O filme não pretende ser biográfico, mas destina-se ao seu mito e seu misticismo, apresentando Magdalena Montezuma e Candy Darling nos papéis principais. O filme retrata os pontos fortes e fracos das divas, independente do século; de Maria Callas a Janis Joplin, as Malibrans modernas, a quem Werner Schroeter dedica esse filme.

WILLOW SPRINGS  
1973, 78 min, ficção
Três mulheres levam uma vida recatada no deserto californiano e sentem-se ameaçadas pela chegada de um homem estranho. O filme conta a história de um humor surreal como um sonho, caracterizado por identidades femininas descontinuadas.

ANJO NEGRO (Der schwarze Engel)
1974, 71 min, ficção
O filme começa com imagens documentais e comentários em voice-over sobre a Cidade do México, conduzindo o espectador por uma viagem mística de duas turistas, uma alemã e uma secretária da embaixada americana, que buscam o sentido de vida e realização pessoal nas ruínas dos Deuses Incas. O próprio Schroeter descreve a sua obra como ‘piada nostálgica, uma farsa barata’ - romantismo brega e colonialista.

OS FLOCOS DE OURO (Goldflocken)
1976, 160 min
O filme se passa em Cuba (inventada), na França, na região do Ruhr e na Baviera, é falado em vários idiomas e dividido em quatro atos. Schroeter reflete sobre destino e moral e a atriz Bulle Ogier comenta esse filme mais tarde: ‘As sequências em preto e branco são a coisa mais bela que já fiz no cinema. Werner conseguiu captar a fragilidade, a transparência delicada dentro de mim. Assim como com Andréa Ferréol, que nunca esteve mais sexy e mais renoir em um filme de cinema’.

DIA DOS IDIOTAS (Tag der Idioten)
1981, 106 min
O que se passa na cabeça da bela Carol Schneider? Ela não se encaixa na vida normal. Tenta escapar com todos os recursos: grita, chora, xinga e implora pela atenção de seu apático amante Alexander. "Matem-me!" ela grite para o nada. O seu comportamento a leva à internação em um manicômio. Aqui ela quer ficar para sempre, apesar de continuar isolada. Finalmente, ela recebe alta, está curada. Os muros do manicômio desabam e Carol é atropelada por um carro. – Reflexão com aspecto surreal sobre a fuga do manicômio.

CONCÍLIO DE AMOR (Liebeskonzil)
1982, 90 min
Com raiva sobre as atividades depravadas das pessoas na época da renascença, Deus convoca um concílio no céu e se consulta com Maria, Jesus e o Diabo sobre a possibilidade de castigar as pessoas e ao mesmo tempo resgatar suas almas, para que ainda tenham súditos no reino do céu. Finalmente o Diabo é incumbido de encontrar esse castigo. Ele gera uma filha com Salomé que vai à corte imoral do Papa Borgia Alexander VI para contagiar as pessoas com sífilis. – Filmagem da peça de teatro de Oskar Panizza (1853-1921) em uma encenação do Teatro Belli em Roma. A ação principal do filme é o processo contra Panizza, que em 1895 é condenado a um ano de prisão por blasfêmia em "Concílio de amor", e mais tarde acaba no manicômio.

DE L’ARGENTINE  
1986, 94 min, documentário
Documentário sobre os pavores e a tortura da ditadura militar argentina. Werner Schroeter compara as informações oficiais publicadas pelo regime militar aos depoimentos de vítimas, dissidentes e as famílias dos “desaparecidos”.  A partir da intimidade com os entrevistados, através de sua mímica e suas palavras, o filme transmite o pavor da violência. 

GRADE DE HORÁRIOS
18 a 30 de agosto de 2015


18 de agosto (terça-feira)
17:00 – Os Flocos de Ouro (1976)
20:00 – A Morte de Maria Malibran (1972)

19 de agosto (quarta-feira)
17:00 – Dia dos Idiotas (1981)
19:30 – Eika Katappa (1969)

20 de agosto (quinta-feira)
17:00 – Concílio de Amor (1982)
19:30 – Willow Springs (1973)

21 de agosto (sexta-feira)
17:00 – De l'Argentine (1985)
19:30 – Anjo Negro (1974)

22 de agosto (sábado)
15:00 – Argila (1969) + Piloto de Bombardeio (1970)
17:00 – Willow Springs (1973)
19:00 – Os Flocos de Ouro (1976)

23 de agosto (domingo)
15:00 – Dia dos Idiotas (1981)
17:00 – Concílio de Amor (1982)
19:00 – De l'Argentine (1985)

25 de agosto (terça-feira)
17:00 – Anjo Negro (1974)
19:00 – Willow Springs (1969)
20:30 – Sessão Plataforma

26 de agosto (quarta-feira)
17:00 – A Morte de Maria Malibran (1972)
19:00 – Os Flocos de Ouro (1976)

27 de agosto (quinta-feira)
17:00 – Concílio de Amor (1982)
19:00 – Dia dos Idiotas (1981)

28 de agosto (sexta-feira)
17:00 – Argila (1969) + Piloto de Bombardeio (1970)
19:00 – Eika Katappa (1969)

29 de agosto (sábado)
15:00 – Anjo Negro (1974)
17:00 – A Morte de Maria Malibran (1972)
19:00 – Sessão Plataforma (reprise)

30 de agosto (domingo)
15:00 – De l'Argentine (1985)
17:00 – Argila (1969) + Piloto de Bombardeio (1970)
19:00 – Eika Katappa (1969)



sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Pessoas-Pássaro de Pascale Ferran na Sessão Plataforma



Na terça-feira, 25 de agosto, às 20h30, a Sessão Plataforma exibe Pessoas-Pássaro (Bird People) de Pascale Ferran na Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro. No sábado, 29 de agosto, às 19h, acontece uma reprise única. O valor do ingresso é R$ 4,00.   

Bird People mostra um hotel próximo a um aeroporto de Paris, onde dois desconhecidos tentam encontrar algum sentido em suas existências. O norte-americano Gary, engenheiro de informática, submetido a fortes pressões profissionais e afetivas, decide mudar radicalmente sua vida. Algumas horas mais tarde, a realidade de Audrey, uma jovem camareira do hotel, é totalmente transformada depois que ela passa por uma experiência sobrenatural.

Pascale Ferran nasceu em 1960 em Paris. Graduou-se em cinema pelo Institut des Hautes Études Cinématographiques e digiriu seis curtas. Seu primeiro longa-metragem foi PEQUENOS ARRANJOS COM OS MORTOS (1994), vencedor da Camera D’Or do Festival de Cannes. Seguiu-se L’AGE DES POSSIBLES (1995), vencedor do prêmio FIPRESCI no Festival de Veneza. Seu filme seguinte, LADY CHATTERLEY (2006), ganhou cinco César, incluindo melhor filme. BIRD PEOPLE (2014) estreou na competição Un Certain Regard do Festival de Cannes. No Brasil, BIRD PEOPLE foi exibido apenas no Festival do Rio 2014.
Serviço:

PESSOAS-PÁSSARO (BIRD PEOPLE) 
dir: Pascale Ferran, 127 min, FRA, 2014.
Sessão 25 de agosto (terça) - 20h30
Única reprise 29 de agosto (sábado) - 19h
Local: Sala P. F. Gastal - Usina do Gasômetro 
Ingresso: R$ 4,00
Projeção: Bluray com legendas em português
Realização: Tokyo Filmes em parceria com a Coordenação de Cinema e Video da Prefeitura de Porto Alegre.
Sessão Plataforma é uma sessão de cinema, realizada desde agosto de 2013 na cidade de Porto Alegre (RS), que exibe filmes recentes e inéditos na cidade, de qualquer nacionalidade, duração e bitola, sem distribuição garantida no Brasil.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Rosemberg 70 – Cinema de Afeto




A partir de terça-feira, 1 de setembro, a Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) recebe a mostra Rosemberg 70 – Cinema de Afeto, com uma retrospectiva de Luiz Rosemberg Filho, um dos principais expoentes do cinema de invenção brasileiro. Durante a mostra, acontece o lançamento de seu novo longa-metragem, Dois Casamentos. Com a curadoria de Cavi Borges e Renato Coelho, a mostra exibe 41 filmes (8 longas-metragens e 33 curtas) do cineasta em cópias digitais em alta definição.

PREÇOS

O ingresso para a sessão de Dois Casamentos custa R$ 8,00, com meia entrada para idosos e estudantes. Quem comprar um ingresso para o filme, ganha uma entrada franca para qualquer outra sessão da mostra.
O ingresso para as outras sessões tem o valor único de R$ 4,00.


SOBRE A MOSTRA

Há décadas, o diretor Luiz Rosemberg Filho teve seus filmes censurados, boicotados e perdidos. Um realizador criativo e atuante que não se adaptou às regras de mercado e nem às costumeiras burocracias governamentais. Um grande artista e pensador do cinema e da vida que, apesar de tudo, seguiu com suas ideias e convicções acerca do cinema que acreditava e acabou pagando alto por isso. Mas a vida dá voltas… e seus filmes começaram a encontrar espaços em cineclubes, na internet, em festivais e mostras de cinema. Uma nova geração em busca de algo realmente diferente e instigante abraça suas ideias e seu cinema e descobre nele um cineasta moderno e afiado. A tecnologia digital e o método de produção/distribuição/exibição livres auxiliam muito nisso tudo também. Hoje, essa nova geração de cinéfilos e cineastas abraça o grande mestre, injeta força e o estimula em sua volta triunfal: retrospectivas, homenagens, novo longa-metragem, filmes perdidos recuperados, livros, DVDs, direção teatral, exposições, documentário, circuito de cinemas comerciais (nem tão comerciais assim…). O fato é que Luiz Rosemberg Filho está de volta! Mais criativo do que nunca! Sorte pra todos nós nessa jornada!

A mostra exibe filmes raros e marcantes como O Jardim das Espumas, definido por Glauber Rocha como “uma sopa de pedras bem temperada”, o anárquico A$suntina das Amerikas, com bastante influência de Rogério Sganzerla, e o denso Crônica de um Industrial, proibido pela censura de ser o representante do Brasil no Festival de Cannes de 1978. 


FILMES

O JARDIM DAS ESPUMAS
(1970, 108min) – 18 anos
Direção: Luiz Rosemberg Filho
ELENCO: Fabíula Francaroli, Getúlio Ferreira Haag, Labanca, Nildo Parenti, Roberto de Cleto, Alvim Barbosa, Stênio Pereira, Walter Goulart, Echio Reis, Grecia Vanicori

Um planeta extremamente pobre, dominado pela irracionalidade e opressão, recebe a visita de um emissário dos planetas ricos, interessado em acordos econômicos. Antes de se encontrar com o governante, ele é seqüestrado pela facção contraditória do sistema, o oposto de tudo aquilo que é dito oficialmente. Dois estudantes são interrogados sobre o seu desaparecimento e mortos, sendo seus corpos, abandonados numa estrada. O emissário, ao tomar contato com a realidade do planeta, descobre que vai fomentar um mito que não deve ser desenvolvido ali.

IMAGENS
(1973, 70min) – HD – 18 anos
Direção: Luiz Rosemberg Filho

No real, apreende-se: a) as imagens precisas que se situam em um momento determinado de nossas contradições históricas e suas consequências; b) as imagens de um estado tão repressivo quanto a linguagem determinante de um sistema; c) a moralidade das mortes na busca da vida; d) a imobilidade enquanto reflexo de um mundo irritante, sem futuro, cansativo, castrador, indefeso, surdo e mudo; e) com a boca fechada, agimos no silêncio da história; f) o sangue é nossa realidade e nossa enfermidade. O mundo nos observa em silêncio… O cinema é um despertador. Ele começa a questionar. Ou isto corresponde às imagens de nossos sofrimentos.

A$SUNTINA DAS AMÉRIKAS
 (1976, 97min) – 18 anos
 Direção: Luiz Rosemberg Filho
ELENCO: Cidinha Milan, Nelson Dantas, José Celso Martinez Corrêa, Ivan Pontes, Rhéia Sílvia, Sérgio Pizzoli, Jairzinho Graça, Maria Sílvia, Xuxa Lopes, Analu Prestes.
Uma prostituta, no período de 24 horas, acorda, briga com a mãe, anarquisa o filho, namora Papai Noel, um Urso Azul e duas amiguinhas e por fim se encontra com o velho amante milionário.

CRÔNICA DE UM INDUSTRIAL
(1978, 87 min) – 18 anos
Direção: Luiz Rosemberg Filho
ELENCO: Renato Coutinho, Adriana Figueiredo, Wilson Grey, Kátia Grumberg, Eduardo Machado, Ana Maria Miranda

Um empresário bem sucedido, de esquerda quando jovem, continua um nacionalista convicto. Entra em crise, quando pressionado pelos interesses do capital estrangeiro e pelos operários, e procura compensar no sexo seu vazio existencial. A esposa se mata, a amante o abandona. Sentindo-se culpado por ter traído seus ideais de juventude, suicida-se.

O SANTO E A VEDETE
(1982, 80 min) – 18 anos
Direção: Luiz Rosemberg Filho
 ELENCO: Lutero Luís, Adriana de Figueiredo, Paula Nestorov, Renato Coutinho, Nelson Dantas, Mara Aché, Charles Peixoto, Wilson Grey, Telma Reston. Paulo Cunha Melo

Chupadinha, político e patrão, vive com sua mulher Lalá e seus filhos – um rapaz de 16 anos e uma moça de 17 – na interiorana cidade de Santa Rita da Paz. Durante o carnaval, enquanto a esposa entra em retiro espiritual num convento, ele vai para o Rio de Janeiro, onde se apaixona por uma vedete. De volta à cidade, retoma suas atividades, dirigindo a empresa da esposa. Chega, então, a vedete, para montar um espetáculo de revista no teatro local. Ela procura Paulo e pede-lhe que use sua influência para ajudá-la a obter permissão de se apresentar, e ele explica que será necessário convencer o padre, o prefeito e o delegado de polícia. A vedete consegue persuadí-los, mas Lalá intervém e, como dona de praticamente todos os bens de produção da cidade, censura o espetáculo. A vedete não se dá por vencida, e mostra a Lalá fotos comprometedoras de Paulo no Rio de Janeiro,conseguindo assim realizar os seus planos e conquistar as simpatias gerais, inclusive a da esposa traída.

DOIS CASAMENTOS
(2014, 70min) – 14 anos
Direção: Luiz Rosemberg Filho
ELENCO: Patricia Niedermeier e Ana Abbott
2 noivas aguardam numa ante sala da igreja serem chamadas para se casarem. Enquanto isso, refletem sobre suas vidas.




ROSEMBERG 70 – CINEMA DE AFETO
(2015, 70min) – 18anos
Direção: Cavi Borges e Christian Caselli
Vida e obra do cineasta Luiz Rosemberg Filho. Um FILME-COLAGEM!

AZOUGUE
(2014, 47 min) – Livre
Direção: Luiz Rosemberg Filho
 O que é um editora de livros? Para que serve? Um documetário LIVRE de Luiz Rosemberg Filho

PROGRAMA DE CURTAS 1
68min – classificação indicativa: 18)

Colagem (1969, 29’) – Episódio De América Do Sexo
Ideologia (1979, 10’)
Auschiwitz (1980, 09’)
Linguagem (2013, 20’)

PROGRAMA DE CURTAS 2
(77min – classificação indicativa: 18)

Alice (1984, 39’)
Videotrip (1984, 38’)

PROGRAMA DE CURTAS 3
(79min – classificação indicativa: 18)

O Vampiro (1988, 40’)
Desobediência (1989, 10’)
Cinema Novo (1991, 10’)
O Discurso das Imagens (2010, 19’)

PROGRAMA DE CURTAS 4
(80min – classificação indicativa: 18)

Agit-Prop (1993, 08’)
Science-Fiction (1993, 05’)
Experimental (1993, 13’)
Barbárie (1993, 09’)
Pornografia (1993, 09’)
As Sereias (1994, 08’)
Imagens e Imagens (1994, 07’)
As Máscaras (1994, 11’)

PROGRAMA DE CURTAS 5
(89min – classificação indicativa: 18)

Hollywood sem Filtro II (2005, 24’)
Guerras (2005, 23’)
Passagens (2006, 18’)
Dinheiro (2007, 24’)

PROGRAMA DE CURTAS 6
(83min – classificação indicativa: 18)
Uma Carta (2008, 13’)
Sangue (2008, 11’)
Nossas Imagens (2009, 20’)
 Sem Título (2010, 06’)
Trabalho (2011, 18’)
Desertos (2011, 15’)

PROGRAMA DE CURTAS 7
(66min – classificação indicativa: 18)

O Cinema Segundo Luiz Rô (2013, 03’), de Renato Coelho
Cinema (2005, 12’)
Afeto (2009, 21’)
Para Joel Yamaji (2006, 04’)
Bricolage (2008, 26’), De Ricardo Miranda


CURADORES

Cavi Borges é o fundador da Cavideo; locadora, produtora e distribuidora de filmes nacionais. Já dirigiu e produziu mais de 150 filmes ganhando 190 prêmios em festivais nacionais e internacionais. Como produtor já trabalhou com mais de 60 cineastas diferentes. De jovens em seus primeiros filmes a cineastas experientes e veteranos. Da Zona Sul a Zona Norte. Das favelas as areas nobres do Rio. Tendo a diversidade sua principal marca de seus filmes. Acabou de produzir o novo longa metragem de ficção de Luiz Rosemberg Filho: “DOIS CASAMENTOS” que vai ser lançado nos cinemas comerciais em julho. E prepara para filmar mais um outro longa com Rosemberg: ” GUERRA DO PARAGUAI” agora em agosto.

Renato Coelho é cineasta, pesquisador e professor de cinema, interessado sobretudo pelo cinema brasileiro. Doutorando e mestre em Multimeios pela Unicamp. Foi curador de retrospectivas de filmes, como a mostra “Jairo Ferreira: Cinema de Invenção”. Realizou curtas-metragens como “Rua Julieta Palhares, 295″ (2013) e “O cinema segundo Luiz Rô” (2013). É autor do livro “O cinema e a crítica de Jairo Ferreira” (Alameda, 2015).

GRADE DE HORÁRIOS
PRIMEIRA SEMANA

1 a 6 de setembro de 2015

1 de setembro (terça)

15h – Programa de Curtas 1
17h – O Jardim das Espumas
19h – Dois Casamentos


2 de setembro (quarta)
15h – Programa de Curtas 2
17h – Imagens
19h – Dois Casamentos

3 de setembro (quinta)
15h – Programa de Curtas 3
17h – Assuntina das Amerikas
19h – Dois Casamentos

4 de setembro (sexta)
15h – Programa de Curtas 4
17h – Crônica de um Industrial
19h – Dois Casamentos

5 de setembro (sábado)
15h – Imagens
17h – O Santo e a Vedete
19h – Dois Casamentos

20h30 – Exibição do curta-metragem O Teto Sobre Nós, de Bruno Carboni 

6 de setembro (domingo)
15h – O Jardim de Espumas
17h – Rosemberg 70 – Cinema de Afeto
19h – Dois Casamentos




segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Obra-prima de Brian De Palma na Sessão Aurora


 
 
Neste sábado, 15 de agosto, às 18h30, a Sessão Aurora exibe na Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro o filme O Pagamento Final (Carlito's Way, 1993, 144 minutos), dirigido por Brian De Palma. Com projeção em alta definição, a sessão tem entrada franca. Após o filme, acontece um debate com os editores do Zinematógrafo, fanzine de crítica de cinema de Porto Alegre.

SINOPSE: O advogado David Kleinfeld (Sean Penn) tira o gângster Carlito 'Charlie' Brigante (Al Pacino) da cadeia usando uma brecha na lei. De volta às ruas, Carlito sabe que gastou sua sorte e quer andar na linha pela primeira vez na vida. Seus planos mudam quando o advogado reaparece oferecendo uma proposta que lhe permitirá recomeçar do zero ao lado da namorada nas Bahamas.

A exibição faz parte do ciclo Histórias do Cinema Americano, que propõe ao longo do ano uma reflexão sobre o cinema realizado nos Estados Unidos, exibindo filmes de diferentes tempos, gêneros e autores. Com O Pagamento Final, discutiremos as redefinições dos filmes de gangsteres, um dos gêneros mais sólidos de Hollywood, do período silencioso até o contemporâneo – e a importância de De Palma em suas releituras a partir dos anos 1980. Da mesma forma, debateremos o modo único como o cineasta pensa a relação entre as imagens e o mundo, tendo a obra de Alfred Hitchcock como um norte conceitual para as investigações.

Brian De Palma é um dos nomes mais importantes da chamada Nova Hollywood. Iniciou sua obra nos anos 1960, produzindo filmes que dialogavam com a contracultura da década, trazendo um olhar satírico às paranoias conspiratórias e outras questões políticas em voga. Nos anos 1970, a partir de filmes como Irmãs Diabólicas, Carrie, a Estranha e Trágica Obsessão, começou a introduzir de forma mais sistemática a referência conceitual de Alfred Hitchcock. Foi acusado por muitos de ser um mero imitador do mestre inglês, algo muito distante do propõe, inclusive, em obras-primas da década seguinte, como Vestida Para Matar, Um Tiro na Noite e Dublê de Corpo. Interessado em discutir o poder da imagem em todas as suas possibilidades, De Palma encontrou na obra de Hitchcock o espaço obrigatório para que as pesquisas tenham início. Mesmo com vários sucessos em sua filmografia, como Os Intocáveis e Missão: Impossível, De Palma é hoje um marginal dentro do cinema norte-americano, precisando de produtores estrangeiros para poder viabilizar seu trabalho. Seu último longa-metragem, Passion, não foi lançado nos cinemas brasileiros. 



SESSÃO AURORA
O PAGAMENTO FINAL
(Carlito's Way)
Estados Unidos, 1993, 144 minutos
Direção: Brian De Palma
Elenco: Al Pacino, Sean Penn, Penelope Ann Miller

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Hammer – 80 anos de Horror



Entre os dias 4 e 16 de agosto, a Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) exibe a mostra Hammer – 80 anos de Horror, com dezoito filmes da lendária produtora britânica, incluindo diversas obras-primas, como O Vampiro da Noite (1958), A Maldição de Frankenstein (1957) e As Bodas de Satã (1966), com cópias em alta definição. A mostra tem o apoio da distribuidora MPLC e da locadora E O Vídeo Levou.  (Ingresso: R$ 4,00)

A HAMMER

Londres, final de 1934, William Hinds, um comediante oriundo da região de Hammersmith, investe todos os seus recursos na fundação de uma companhia cinematográfica. Em homenagem ao seu antigo distrito a produtora é batizada de Hammer Film Productions. No ano seguinte Hinds associa-se ao imigrante espanhol Enrique Carreras, dono de um antigo cinema, e produzem quatro filmes em dois anos. Em 1938 os respectivos filhos, Anthony Hinds e James Carreras, juntam-se à produtora iniciando uma parceria que no futuro transformaria a Hammer na mais emblemática e cultuada produtora de cinema inglesa. Até meados dos anos 1950 a Hammer produziu de comédias, e aventuras policiais, até filmes de piratas, porém, foi em 1955 que a produtora começaria se direcionar para o gênero que marcaria o seu nome, com a ficção científica “Terror Que Mata” (The Quatermass Xperiment).

Entre 1957 e 1959 a Hammer realizou três obras que definiriam o estilo da produtora, consolidando o horror como o seu carro chefe, “A Maldição de Frankenstein” (The Curse of Frankestein), “O Vampiro da Noite” (Horror of Dracula), e “A Múmia” (The Mummy). Estes filmes, além de revitalizações dos notórios monstros clássicos do ciclo de terror da Universal dos anos 1930, transformaram os atores Peter Cushing e Christopher Lee em verdadeiras lendas do cinema fantástico, tornando-os figuras indissociáveis, não apenas de seus personagens como da própria produtora. Durante anos de intensa atividade a Hammer fomentou o mercado cinematográfico inglês com sangue e pavor, realizando mais de uma centena de filmes, e servindo de base para que diretores como Terence Fisher, Roy Ward Baker, e John Hough explorassem seu talento.

A produtora cerrou suas portas em 1979, retornando suas atividades em 2008, direcionando seu trabalho para uma nova geração de fãs de horror. De 04 a 16 de agosto, a mostra Hammer – 80 Anos de Horror, irá homenagear está emblemática produtora inglesa, focando em sua fase clássica, exibindo um panorama envolvendo 18 títulos representativos desta verdadeira fábrica de fantasia e pesadelos, que há décadas povoa o imaginário dos cinéfilos, e continua influenciando realizadores ao redor do globo com seu universo repleto de vampiros, múmias, mortos vivos, e outras criaturas monstruosas.


FILMES

Terror que Mata (The Quatermass Xperiment), de Val Guest (1955) / 82 minutos.
Um foguete cai num campo no interior da Inglaterra. Dos três membros da tripulação, dois desapareceram misteriosamente. O terceiro, quase morto, sofre uma incrível metamorfose, se transformando em um ser monstruoso. O Professor Quatermass descobre que o mistério envolve um plano de invasão idealizado por uma estranha forma de vida alienígena. Seminal incursão da produtora Hammer no universo do horror e da fantasia. Exibição digital em alta definição.

 
O Vampiro da Noite (Horror of Drácula), de Terence Fisher (1958) / 82 minutos
O Conde Drácula (Christopher Lee), um vampiro condenado à vida eterna, deixa sua terra natal, na Transilvânia, para ir a Londres em busca de novas vítimas. Seus hábitos noturnos chamam a atenção do Dr. Van Helsing (Peter Cushing), um cientista que se torna inimigo implacável do conde, determinado a por um fim à sua implacável sede de sangue. Uma obra-prima do cinema britânico que consagrou o ator Christopher Lee, e os estúdios Hammer, introduzindo uma nova era nos clássicos de terror. (Versão restaurada pela British Film Institute). Exibição digital em alta definição.

A Múmia (The Mummy), de Terence Fisher (1959) / 86 minutos
Egito, 1895. Três arqueologistas britânicos, John Banning (Peter Cushing), Stephen Banning (Felix Aylmer) e Joseph Whemple (Raymond Hutley), descobrem o túmulo de uma princesa egípcia, Ananka (Yvonne Furneaux), que morreu há quatro mil anos. Sem imaginar o que realmente fazia, Stephen lê o "Pergaminho da Vida". Isto faz voltar a vida Kharis (Christopher Lee), o guardião da tumba, que recebe a ajuda de Mehemet Bey (George Pastell), um egípcio que não aceita o túmulo ter sido profanado por "infiéis". Três anos depois, Mehemet leva Kharis para a Inglaterra, lhe dando a missão de matar os três arqueólogos que lideraram a expedição que achou a tumba de Ananka. Exibição digital em alta definição.

A Maldição do Lobisomem (The Curse of the Werewolf), de Terence Fisher (1960) / 93 minutos
Sobre um bebê indesejado, nascido na noite de Natal, caiu uma terrível maldição. Criado por Don Alfredo, o jovem Leon passa a sofrer transformações com a chegada da lua cheia. Só o amor verdadeiro e a compreensão podem salvá-lo de seu terrível destino. Exibição digital em alta definição.

As Bodas de Satã (The Devil Rides Out), de Terence Fisher (1968) / 96 minutos
Christopher Lee atua como um duque francês que está preocupado com o comportamento estranho de seu amigo, Patrick Mower. O duque tem toda razão: A menos que sejam tomadas medidas drásticas, Mower perderá sua alma para Satanás dentro de três dias. Exibição em arquivo digital de alta definição. Exibição digital em alta definição.




A Maldição de Frankenstein (The Curse of Frankestein), de Terence Fisher (1957) / 82 minutos
O barão Victor Frankenstein (Peter Cushing) descobre uma maneira de enganar a morte. Para testar sua descoberta, monta um corpo com pedaços de diferentes cadáveres. É o filme que dá início ao ciclo de horror da Hammer. Primeira incursão da Hammer no horror gótico, que desencadearia um prolífico ciclo de produções do gênero.
Exibição digital em alta definição.

Nas Garras do Ódio (The nanny), de Seth Holt (1966) / 91 minutos
Depois de passar dois anos em uma instituição para pessoas com doenças mentais, o garoto Joey está voltando para a casa dos pais ricos e ausentes. Em casa, reencontra seu antigo algoz: a babá. Exibição em DVD.



A Serpente (The Reptile), de John Gilling (1966) / 91 minutos
Dr. Franhlyn (Noel Willman) faz parte de um misterioso culto de adoradores de serpentes. Pessoas de seu vilarejo passam a ser atacadas por uma aterrorizante criatura, meio humana, meio réptil. Um jovem casal tenta descobrir a verdade. Exibição em DVD.


Rasputin: O Monge Louco, de Don Sharp (Rasputin: The Mad Monk) (1966) / 91 minutos
Christopher Lee é Grigori Rasputin, que deixa uma trilha de assassinatos no seu caminho rumo ao poder na Rússia. Exibição digital em alta definição. Exibição digital em alta definição. Exibição digital em alta definição.


Epidemia de Zumbis (The Plague of The Zombies), de John Gilling (1966) / 91 minutos
Uma estranha epidemia de proporções gigantescas toma conta do território inglês. Milhares de mortos estão levantando de suas tumbas e aterrorizando o mundo dos vivos. Dr. Peter Thompson, com a ajuda de seu mestre, Sir James Forbes, está tentando controlar a terrível praga. Suas investigações os levarão a uma horrível descoberta. Exibição em DVD.

Uma Sepultura na Eternidade (Quatermass and the Pit), de Roy Ward Baker (1967) / 97 minutos
Trabalhando na construção de uma nova linha do metrô em Londres, um grupo de operários encontra a carcaça do que acreditam ser um artefato bélico pertencente aos alemães, da época da Segunda Guerra. Porém, quando um especialista investiga o objeto, todos descobrem que ele guarda outro grande segredo. Exibição digital em alta definição. Exibição digital em alta definição.

Carmilla, A Vampira De Karnstein, (The Vampire Lovers) de Roy Ward Baker (1970) / 91 minutos
Quando uma misteriosa condessa viaja para o exterior para visitar um amigo doente, o general Spielsdorf oferece sua hospitalidade. O que o general não imagina é que Carmilla é a reencarnacão de uma terrível vampira que inicia um ritual macabro para saciar sua sede de sangue. Exibição digital em alta definição.

Filhas de Drácula (Twins of Evil), de John Hough (1971) / 87 minutos
Gêmeas vão viver com o tio, num vilarejo, no qual à noite são vistas misteriosas figuras femininas vagando nas sombras. Os aldeões acreditam que o responsável por tudo é o Conde Karnstein, que mora num castelo. Mas elas acabam aproximando-se do castelo, a despeito da proibição do tio. Exibição digital em alta definição.

Fanatismo Macabro (Die!Die! My Darling!), de Silvio Narizzano (1965) / 97 minutos
Uma fanática religiosa fica obcecada pelo espírito do filho morto num acidente. Quando a ex-namorada do rapaz lhe faz uma visita inesperada, ela aprisiona a bela jovem para "limpar" sua alma antes de se unir ao filho no céu. Exibição em DVD.




O Cão dos Baskervilles (The Hound of the Baskervilles), de Terence Fisher (1959) / 87 minutos
Um mal demoníaco está oculto no fundo dos penhascos cobertos pela névoa dos lendários terrenos de caça da Inglaterra. Na forma de um diabólico cão de caça, ele se alimenta da trêmula carne dos herdeiros da mansão Baskerville.
Mas antes que essa besta selvagem possa cravar seus dentes no mais novo dono da propriedade, ele precisa lançar suas ferozes presas contra o perspicaz intelecto do mais poderoso adversário que ele jamais encontrou - o incomparável Sherlock Holmes. Exibição digital em alta definição.


As Noivas do Vampiro (The Brides of Dracula), de Terence Fisher (1960) / 85 minutos
Marianne Danielle está viajando pelo Leste Europeu a fim de assumir o cargo de professora de francês em uma escola para moças na Transilvânia, agora livre da ameaça do Conde Drácula. Ela não é muito bem recebida pelos locais e acaba sendo acomodada no castelo da Baronesa Meinster, onde conhece o filho da nobre, que vive acorrentado à parede. Com pena do jovem, Marianne decide libertá-lo sem desconfiar que ele é um vampiro. Para sorte dela, o Doutor Van Helsing está por perto e promete por fim à vida de mais esse ser das trevas. Exibição digital em alta definição.

Quando os Dinossauros Dominavam a Terra (When Dinosaurs Ruled the Earth), de Val Guest (1970) /  100 minutos
Uma pequena tribo está lutando pela sobrevivência, oferecendo uma rara mulher loira como sacrifício para obter proteção contra os dinossauros. Exibição em DVD.
  




PROJETO RAROS: A Lenda dos Sete Vampiros (The Legend of the 7 Golden Vampires), de Roy Ward Baker e Chang Cheh (1974) / 83 minutos
Van Helsing conta a seus estudantes a respeito de uma vilarejo amaldiçoado na China, onde, todo ano, durante 7 luas, a região é atormentada por sete vampiros. O famoso caçador de vampiros é persuadido por uma família de experts em Kung Fu a ajudar a salvar os moradores. Enquanto isso, o Conde Drácula se aproxima. Exibição em DVD.


GRADE DE HORÁRIOS
04 a 09 de agosto de 2015

04 de agosto (terça-feira)
15:00 – Terror que Mata (82’)
17:00 – As Filhas de Drácula (87’)
19:30 – O Vampiro da Noite (82’)

05 de agosto (quarta-feira)
15:00 – Uma Sepultura na Eternidade (97’)
17:00 – Quando os Dinossauros Dominavam a Terra (100’)
19:30 – A Maldição de Frankenstein (82’)

06 de agosto (quinta-feira)
15:00 – Nas Garras do Ódio (91’)
17:00 – Fanatismo Macabro (97’)
19:30 – A Múmia (86’)

07 de agosto (sexta-feira)
15:00 – A Maldição de Frankenstein (82’)
17:00 – Carmilla, A Vampira De Karnstein (91’)
20:00 – Projeto Raros: A Lenda dos Sete Vampiros (83’)

08 de agosto (sábado)
15:00 – Rasputin: O Monge Louco (91’)
17:00 – Epidemia de Zumbis (91’)
19:00 – A Maldição do Lobisomem (93’)

09 de agosto (domingo)
15:00 – A Serpente (91’)
17:00 – O Vampiro da Noite (82’)
19:00 – As Bodas de Satã (96’)



GRADE DE HORÁRIOS
11 a 16 de agosto de 2015

11 de agosto (terça-feira)
15:00 – Fanatismo Macabro (97’)
17:00 – A Maldição do Lobisomem (93’)
19:30 – O Cão dos Baskervilles (87’)

12 de agosto (quarta-feira)
15:00 – Epidemia de Zumbis (91’)
17:00 – As Filhas de Dracula (87’)
19:30 – As Noivas do Vampiro (85’)

13 de agosto (quinta-feira)
15:00 – Quando os Dinossauros Dominavam a Terra (100’)
17:00 – A Múmia (86’)
19:30 – Uma Sepultura na Eternidade (97’)

14 de agosto (sexta-feira)
15:00 – O Cão dos Baskervilles (87’)
17:00 – Nas Garras do Ódio (91’)
19:00 – Carmilla, A Vampira De Karnstein (91’)

15 de agosto (sábado)
15:00 – As Bodas de Satã (96’)
17:00 – As Filhas de Drácula (87’)
18:30 – Sessão Aurora: O Pagamento Final

16 de agosto (domingo)
15:00 – A Maldição de Frankenstein (82’)
17:00 – O Vampiro da Noite (82’)
19:00 – A Múmia (86’)